Na Reserva do Congo, você encontra aves fascinantes de diferentes regiões do Brasil e do mundo, reunidas em um espaço pensado para promover bem-estar animal, educação ambiental e encantamento.
Cada uma dessas espécies tem algo único a nos ensinar sobre comportamento, ecossistemas e a importância de preservar a biodiversidade. Flamingos, guarás, patos-de-crista e outras aves que virão.
Nesta página, você poderá conhecer um pouco mais sobre essas espécies incríveis que habitam a Reserva. Descubra suas histórias, curiosidades e o papel fundamental que desempenham na natureza.
Mede de 102 a 122cm. A fêmea é um pouco menor. As asas são grandes, a cauda é curta, as pernas e o pescoço são longos, as pernas e os pés são vermelhos. Habita lagoas salobras rasas sem vegetação, próximas ao mar. Alimenta-se, descansa e se reproduz em grupos de tamanhos variáveis, frequentemente grandes, embora alguns indivíduos vagueiem solitários. Presente localmente desde o norte do continente americano e Antilhas até o Pará e Amapá, mas só se reproduz no Amapá. Antigamente chegava até o estado do Rio Grande do Norte, como atesta uma pintura pré-histórica encontrada no município de São Rafael.
Os únicos exemplares em recinto no Brasil estão aqui na Reserva.
Status de conservação ICMBIO: DD (Dados insuficientes)
O flamingo-comum é a maior espécie de flamingo do mundo, podendo atingir até 1,5 metro de altura. Possui plumagem rosa-clara, pernas longas e bico curvado adaptado à filtragem de alimentos na água. A coloração rosada vem dos carotenoides presentes em algas e pequenos crustáceos que consome.
É uma ave social que vive em grandes bandos e forma colônias de reprodução com milhares de indivíduos. Alimenta-se em águas rasas, com a cabeça para baixo, filtrando microrganismos. O ninho é feito de barro, e tanto o macho quanto a fêmea cuidam do filhote.
O guará mede cerca de 50 a 60 cm. Possui bico fino, longo e levemente curvado para baixo. A plumagem é de um colorido vermelho muito forte, por causa de sua alimentação à base do caranguejo chama-maré (Uca maracoani), que possui um pigmento (carotenos) que tinge as plumas. O guará forrageia em pequenos grupos, ou até mesmo isoladamente, durante a maré baixa; os imaturos e subadultos costumam formar grupos separados para forragear. Excepcionalmente, bandos maiores (por exemplo, 50 indivíduos) forrageiam juntos. Com a maré montante, repousam em grupos nas árvores do manguezal, onde não são facilmente vistos entre a folhagem. O guará está presente em Trinidad e Tobago (onde é a ave nacional), Colômbia, Venezuela, Guianas e no litoral norte e sudeste do Brasil.
Status de conservação ICMBIO: LC (pouco preocupante)
O macho chega a medir 75 centímetros de comprimento e pesar 2 quilos. Costuma pousar em árvores na beira d’água e na época da muda das penas das asas, quando não pode voar, esconde-se na vegetação dos açudes e pântanos. Ocorre em todo o Brasil e da América Central à Argentina.
Status de conservação ICMBIO: LC (pouco preocupante)
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